Este fórum visa trocar experiências sobre a auto-hemoterapia. Se vc já fez ou está fazendo AH relate aqui os seus resultados. A divulgação dessas experiências é que irá tornar esse tratamento mais confiável, já que a AH é muito criticada pelos médicos tradicionais, por falta de resultados consistentes e por não existirem pesquisas cientificas que comprovem a sua eficácia. Aliás, será que existe interesse deles nessa terapia tão barata? Portanto, os resultados consistentes de que os médicos tanto necessitam para prescrever esse tratamento poderá ser obtido neste fórum, através de cada relato, o que espero seja sempre positivo. Entretanto, é muito importante deixar claro que não prescrevemos o tratamento de auto hemoterapia a ninguem porquanto não somos médicos. Repita-se, este fóroum visa apenas a troca de experiências de pessoas que estão se submetendo a esta terapia, seja por opção própria, seja por prescrição de alguém. Muitas pessoas perguntam se a auto hemoterapia serve para as doenças que lhes acometem, as quais são imensamente variadas. As resposta a essas perguntas são dadas por pessoas que já estão se submetendo ou por pessoas que assistiram ao vídeo do Dr. Luiz Moura e, daí, respondem às dúvidas aqui apostadas. Porém, tenham em mente que estas respostas não sao dadas por um médico, devendo ser recebidas apenas como troca de informação e jamais como uma real prescrição médica. . .........................................................................................................................................................................................................................................OBS>>> ESTE FÓRUM FOI CONFIGURADO PELO ADMINISTRADOR DE FORMA QUE TODAS AS MENSAGENS SEJAM APROVADAS AUTOMATICAMENTE. QUANDO ELAS FICAM AGUARDANDO A APROVAÇÃO, É POR PROBLEMA DE MAU FUNCIONAMENTO DO SITE E NÃO POR VONTADE DO ADMINISTRADOR.

Tags: autohemoterapia
29/08/2009 22:24
De: Nilcéa freitas de Oliveira
IP: 189.99.113.135

Re: Re: Auto Hemoterapia

Obrigada pela resposta, gostaria de saber se ela pode tomar 5ml como eu tomo ou tem que ser menos pois vi pessoas que falou que tem filhos de 6 anos e 12 e que da 2,5 eu coloquei a idade dela é 15 anos aguardo mais uma vez muito grata um abraço
26/03/2007 15:43
De: Joana G. L. Nardi
IP: 200.241.212.27

CD e consultas

Rua : Conde de Bonfim Tijuca RJ 21 25725902/88176012 Janilde. CD ou consulta.
Durante e após a plicação não é sentido nehuma dor e não fica nenhum hematoma no local de aplicaçaõ.
25/11/2008 19:55
De: OLIVARES ROCHA
IP: 200.20.24.250

AINDA NO DIÁRIO DA MANHÃ:

Luiz Moura reconhece que a prática da auto-hemoterapia não tem eficácia cientificamente comprovada e diz que a idéia do DVD, apesar de não ser sua, é a de divulgar suas experiências e despertar cientistas e estudiosos para a realização de trabalhos e testes que provem o que milhares de brasileiros já sentiram na pele: a cura pelo sangue. O médico entusiasmado está ameaçado de ter seu diploma cassado e pode ser proibido de exercer a Medicina. Procurado pela reportagem do DM, ele preferiu não dar entrevista. Nem precisa. Tudo o que se sabe sobre a auto-hemoterapia está gravado no DVD. Os órgãos que regulamentam a prática de medicina no Brasil proíbem qualquer pesquisa com a finalidade de comprovar o que, para eles, deve ser esquecido.
A comerciante Fátima Magalhães Teles, 52, fez tratamento auto-hemoterápico por quase um ano. “Só interrompi porque a enfermeira que fazia as aplicações morava muito longe da minha casa e não pôde mais continuar.” Fátima diz que ficou sabendo da técnica por vizinhos que praticavam e contavam maravilhas. Ela também assistiu ao DVD do dr. Luiz Moura e se tornou adepta.
Fonte:
http://www.dm.com.br/impresso/7681/cidades/56010,polemica_na_terapia_do_sangue/
16/09/2010 12:48
De: Olivares Rocha (olivares@oi.com.br)
IP: 200.20.24.78

Re: Re: Uxi amarelo e unha de gato - onde achar

Rosimar, concordo com vc. Entretanto tenho que observar que não podemos prescindir do acompanhamento médico. Por exemplo, no seu caso, existe um risco sério de ser causado um sangramento que, por causa da anemia que causa uma dificuldade de coagulação, que causa mais sangramento. Esta cadeia de eventos pode levar ao risco de morte.  Isso aconteceu com uma grande amiga minha, que teve que receber diversas transfusões de sangue, e correu risco de morta mais de uma vez. Em consequência, sofreu uma trombose na perna.
Mas, aliando a análise profissional, e tomando os devidos cuidados, existe sempre a alternativa de optar por um ou outro tratamento, seja fitoterápico, seja alopático seja auto-hemoterápico.
Então acho que sempre se deve ter uma boa avaliação médica, inclusive sendo essencial mais de uma opinião médica.  Nessa avaliação, vale, inclusive, uma boa pesquisa no Google. Enfim , somar informações, avaliar os reais riscos  e sopesar o quadro geral, e então optar pelo tratamento mais conveniente, dentro das possibilidades válidas sempre com a necessária segurança e evitando-se riscos desnecessários.
03/05/2007 23:10
De: justo
IP: 201.66.152.168

Perdi o sono

Puxa vida, doutor Robert, quando o sr. quer o sr. sabe ser bem malcriadinho....
Já me mandou para o mármore negro do inferno...
Santa Inquisição !
Ai de quem discordar dos auto-hemoterapeutas fanáticos ...
-> Fogo do inferno...
E eu que pensei que o sr. soubesse lidar bem com opiniões antagônicas...
07/07/2009 10:26
De: Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)
IP: 189.63.217.249

O Brasil terá mesmo que ser denunciado nas Comissões de Direitos Humanos Internacionais.

Autohemoterapeutas,

A Autohemoterapia no Brasil precisa de ajuda. Muitas pessoas já procuraram várias autoridades de diversas áreas no país, que nada fizeram, e ao que parece nada irão fazer.

O Brasil tem mesmo é que ser denunciado em várias Instituições de Direitos Humanos. Como por exemplo, comissão de direitos humanos do senado, comissão de direitos humanos da oab, comissão de direitos humanos da alerj, dentre outras, mas principalmente nas Comissões Internacionais de Direitos humanos das Nações Unidas, e PRIORITARIAMENTE na Comissão Internacional de Direitos Humanos de Costa Rica.

Quando o Documento Mundial sobre a Autohemoterapia, em 3 idiomas estiver terminado, vamos enviá-lo a estas instituições.

Assim solicito sugestões no esboço do documento que está em:
autohemo.cloud.prohosting.com/documento_3_idiomas.htm

Abraços
03/04/2010 03:17
De: munir massud
IP: 187.111.253.15

Re: Re: Re: Re: Re: Re: O PROF. MUNIR MASSUD RESPONDEU A TODAS AS MENSAGENS. no site:

Sr. Olivares:
Eu não tenho respondido as suas indagações porque lhe acho um homem  irracionalmente inflexível e despreparado. Mas vou lhe fazer uma concessão, menos para convencê-lo e mais para que seus leitores possam vislumbrar as dimensões do problema.
Antes devo lhe dizer que incompleta é a sua mentalidade e essa panacéia sobre a qual não existe nada completo. Nenhuma das instituições que se pronunciou contrariamente a essa panacéia usou mais de dez linhas para dizer que nada havia sobre ela. Fui eu quem tentou dar a ela um pouco de atenção e dignidade. Portanto, lave a sua boca com creolina seu irresponsável.
Pergunta vossência, do alto de sua sapiência reptiliana, por qual motivo os médicos não realizam pesquisas sobre AHT em face de tantos depoimentos de sucessos dessa terapia. Vou tentar responder a isso e lhe prestar alguns esclarecimentos adicionais, para ver se você sai do limbo e eu possa brigar com alguém um pouco mais instruído.
Você não estranha que tendo sido essa terapia criada no primeiro quartel do século XX deveria ter tido ela, em face do pretendido sucesso, maior atenção dos seus adeptos?
Isso se deveu apenas ao advento da medicina científica e das descobertas de terapias efetivas?
No entanto, se a AHT permaneceu sendo utilizada e apresentava resultados espetaculares para todo o tipo de doença e de sintomas, por qual motivo os seus adeptos preferiram utilizá-la furtivamente, clandestinamente ou, pelo menos, à margem da medicina moderna? Por que seus admiradores não a pesquisaram? Por que eram médicos medíocres que não queriam estudar ou por que estavam convencidos da maravilha terapêutica que tinham nas mãos? Mas por que não curaram suas próprias doenças e a dos seus filhos? Por que, covardemente, não trataram tantas pacientes portadoras de esclerodermia que vieram a perecer? A sua pergunta deveria ser remetida, portanto, em primeiro lugar, aos médicos adeptos dessa prática, que vocês dizem existir e que provavelmente existem mesmo. Por qual motivo esses adeptos, em face das curas espetaculares que obtiveram, não procuraram, pelos meios adequados, divulgá-las devidamente?  Por que não se salvaram e não salvaram os seus parentes? Ou será que AHT só serve mesmo para algumas condições simples ou para coisa alguma ou só tem efeitos marginais?
Por qual motivo não existe nenhum livro de medicina contemporânea que se refira a essa terapia para qualquer condição clínica? Por que nenhuma sociedade de especialidade não indica essa terapia em suas diretrizes e consensos para qualquer condição clínica? Por que os veterinários não realizaram ensaios bem conduzidos com outros animais? Por que tudo caiu no esquecimento se a terapia era milagrosa? Conspiração da indústria de medicamentos?  O senhor acredita mesmo que exista uma conspiração internacional contra as terapias simples, populares, provavelmente orquestrada pela indústria farmacêutica, da qual os médicos são escravos, com a intenção de evitar a concorrência e não perder dinheiro?  Então por que as publicações que existem não se referem à essas curas milagrosas? Não havia proibição alguma para pesquisar nem no Brasil e nem em qualquer outro lugar.
Quanto a uma relação de estrita dependência da indústria de medicamentos com os médicos trata-se de uma grosseria destinada a encobrir o fato de que esses críticos praticam um ato ilícito, sem amparo científico e, portanto, moralmente injustificável. Além da motivação subalterna, a afirmação é leviana pelo fato de tratar-se de uma generalização; em segundo por não possuir os agressores condições de provar o que dizem na amplitude que destacaram e nem de empreender uma discussão crítica sobre o tema; em terceiro porque esquecem que pacientes e médicos estão envolvidos com medicamentos, sejam eles provenientes direta ou indiretamente da indústria farmacêutica privada ou governamental e que todos os sucessos da Medicina estão vinculados a avanços da farmacologia.  
Esqueceram-se os críticos de que a cada minuto milhões de pessoas são beneficiadas de maneira inequívoca e inigualável pelas conquistas da farmacologia moderna das quais ninguém pode mais abrir mão. Esses recursos, além de beneficiar padecimentos de todos os tipos, acodem crianças que a natureza impiedosa tornou cancerosas, portadoras de doenças graves, aidéticas. São os médicos, no exercício do seu mister magnífico e soberano, que as acodem com os melhores recursos que dispõem. Assim, vilipendiar os médicos por meio de uma generalização grosseira, descabida e moralmente inferior, atinge a humanidade inteira, porque a Medicina pertence à humanidade e existe para ela.
O estudo dos efeitos específicos de uma intervenção clínica, isentos de outros efeitos, só é possível por meio de estudos metodologicamente adequados. Não há outra maneira de obter conhecimentos confiáveis, minimizar equívocos e descobrir embustes no âmbito das terapias. O desprezo por estas exigências constitui uma atitude cientificamente e eticamente condenável.
Do ponto de vista puramente lógico, sem o concurso de qualquer preceito científico, é difícil imaginar que pessoas com algum grau de instrução possam supor, em sã consciência, que exista panacéia capaz de prevenir, minorar ou curar quase todas as doenças humanas, de infecções graves a cânceres metastáticos e de enxaqueca, esclerodermia e hipertensão arterial a dores nas costas. Uma miríade de condições clínicas, além de um caráter preventivo contra males de toda a espécie, faz parte do acervo de ilusões desta terapia decantada como milagreira. Quem acredita nisso são pessoas de mente confusa, profundamente ignorantes e que podem ter suas vidas devastadas em face dessa falta quase absoluta de senso crítico.
Outra bobagem muito alegada por curandeiros e charlatães é tentar desmerecer a farmacologia moderna lembrando a tragédia da talidomida. Em primeiro lugar não conheço qualquer medicina alternativa que tenha oferecido solução para coisa alguma, só imposturas, farsas ou nada mais que placebo. Em segundo lugar, a indústria de medicamentos nada tem a ver com os desígnios da Medicina. Quando a indústria erra por negligência ou má fé, todos são atingidos e os prejuízos que incidem sobre a culpada são devastadores. Não é tão desejável cometer delitos. A maior parte das pesquisas com medicamentos não é feita pela indústria, mas por instituições acadêmicas nos Estados Unidos. A indústria se apodera dessas descobertas e elaboram os experimentos de última fase. Por outro lado, efeitos adversos raros só aparecem quando se usa o medicamento em grande escala. Mais ainda, riscos todos nós teremos de correr se os benefícios potenciais são compensadores. Os critérios mudaram desde a talidomida, mas não é possível mudar a natureza humana. Como a ciência é a única atividade humana a experimentar progresso, a medicina ao adotar seu método tornou possível evitar desastres como a da talidomida e descobrir embustes como o de terapias milagreiras. No entanto, a ciência não tem como melhorar o caráter das pessoas e os desonestos podem continuar a cometer desonestidades, inclusive fazendo propaganda de terapias de efetividade não comprovada ou tentando enganar as pessoas comercializando medicamentos perigosos. Médicos e pacientes devem ser criteriosos e se utilizarem das melhores informações científicas disponíveis para evitar serem enganados. Não há outro jeito.
Para o médico geriatra Raymond Tallis, a medicina moderna é uma vitória da civilização. Longe de ser desumana, a ciência médica permitiu aos médicos triunfar acima dos efeitos desumanos das diversas doenças, das doenças infecciosas aos cânceres, libertando os pacientes da tirania das doenças, permitindo-os viver suas vidas tanto quanto possível. Nas gerações recentes, pela primeira vez na história, os pais podem esperar que todos os seus filhos sobrevivam à infância, as mães podem esperar a sobrevivência dos seus conceptos e a maioria das pessoas pode esperar viver razoavelmente com boa saúde até alcançar a velhice. Por esta libertação do sofrimento em uma escala épica, a medicina moderna merece muito crédito.
Para Tallis, a medicina moderna é uma vitória da civilização também sobre outro aspecto: é uma vitória da desumanidade do homem sobre o próprio homem. Ele cita a melhora do tratamento da epilepsia, cujos portadores eram antes maltratados e estigmatizados, doença agora prevenida com cuidados médicos. Exemplos mais recentes são a transferência de milhares de pessoas com doenças mentais graves de cuidados institucionais coercitivos para cuidados na comunidade e hospitalização provisória – e cuidados comunitários para pessoas em estado terminal.
As pessoas com um mínimo de formação sabem que toda terapia milagreira, panacéia que se propõe a curar tudo, de cânceres a dores nas costas, não passa de uma farsa sem vergonha. A humanidade já experimentou isso milhares de vezes e as pessoas ingênuas, no seu desespero, na falta de assistência, em razão de suas mentalidades voltadas para o misticismo, sempre caem nessas farsas. Com o tempo a farsa é desmascarada e esquecida. Mais adiante, surge outra farsa e nova leva de ingênuos a crer nela e a alegar sucessos para suas doenças imaginárias ou influenciadas pela esperança.  Ao final, são sempre devastadas pela ignorância.
Por outro lado, uma resposta plausível para a falta de pesquisa sobre a AHT é que essa terapia não fosse mesmo uma panacéia e nem produzisse tantos sucessos para doenças graves, tendo caído no esquecimento.
Outra explicação a se considerar é que os estudos realizados sobre essa terapia nunca incluíram doenças graves. Repare na relação de artigos oferecidos pelo Medline, realizados a maioria no início do século, que eles não se referem a ensaios com pacientes portadores de cânceres ou outras doenças de prognóstico ominoso.
Um fenômeno muito esclarecedor diz respeito ao fato de que a história natural de uma doença não fatal pode produzir um efeito placebo aparente. A progressão de uma doença auto-limitada aguda, como ocorre em certas infecções bacterianas e virais quando o paciente não morre, mostra uma fase inicial prodrômica e de aumento da intensidade e quantidade dos sintomas, uma fase de pico onde tais manifestações são mais intensas e, por último, uma fase de declínio até a cura. Durante o período inicial da doença, quando os sintomas são leves e inespecíficos, não é comum que os pacientes procurem atenção médica. Esta procura ocorre mais provavelmente quando os sintomas atingem maior intensidade, ou seja, no acme da curva ou próximo dela. A partir deste momento, quaisquer que sejam os esforços terapêuticos, eles estão fadados a ser bem sucedidos, úteis, visto que a partir daí a doença, espontaneamente, principia seu declínio. É provável que este fenômeno tenha sido responsável pela crença de que os antimicrobianos eram úteis em infecções virais, no início da era antibiótica. Evidentemente, esta forma de efeito placebo nada tem a ver com fatores psicogênicos e deve ser uma explicação muito plausível para certas “curas” produzidas por medicamentos inertes e terapias esdrúxulas.
 Um paciente com dor lombar crônica que procura o médico e obtém melhora com o tratamento, o sucesso do tratamento pode dever-se ao efeito real da intervenção, a efeito placebo ou a uma regressão à média. Tipicamente, os pacientes com dor crônica buscam ajuda quando os sintomas pioram. Se ele procura o médico na época em que a dor é intensa, existe grande probabilidade de que qualquer intervenção, mesmo inerte, obtenha sucesso, visto que após esse período de intensidade máxima nenhum outro poderá segui-lo senão o de melhora da dor, ou seja, a dor só poderá melhorar, independentemente da intervenção.  Este fenômeno foi descrito como regressão à média.
Do ponto de vista histórico, é muito provável que o sucesso dos curandeiros se deva a efeito placebo e expliquem as histórias de curas com recursos exóticos como excrementos humanos e de outros animais, sangue de lagarto, esterco de crocodilo, óleo de esperma de rã, aplicação de sanguessugas, sangrias, toque real, trepanações, líquen  raspado dentro do crânio de um criminoso que morreu enforcado, pó de múmia egípcia, dentre outros. Shapiro e Shapiro  relatam que Huanh Ti, o Imperador Amarelo, menciona cerca de 2.000 medicamentos e 16.000 prescrições usadas na China por 2.500 anos; que registros sumerianos, babilônios e assírios se referem a 265 medicamentos; que o papiro de Ebers nomeia 842 prescrições e 700 medicamentos; que mais de 600 medicamentos foram usados na Índia antiga; que o Corpus Hipocraticum menciona 195 a 400 medicamentos e que a farmacopéia de Galeno totalizava 820 medicamentos. Tais cifras, somadas, fornecem os estonteantes números de 4.785 medicamentos e 16.842 prescrições. O mais surpreendente, assinalam os autores, é que com poucas e improváveis exceções, todos eram placebos! As farmacopéias do século XVII também continham uma lista semelhante de placebos. Segundo o celebrado historiador da medicina Fielding Hudson Garrison (1870-1935), citado por Shapiro e Shapiro, a Farmacopéia de Londres incluía a úsnea, carne de víbora, vermes, rãs vivas, Pó de Gascoyne (benzoar, âmbar, pérolas, olhos de caranguejo, coral, patas de caranguejos), osso triangular na juntura das suturas sagital e lambdóide do crânio de um criminoso executado, mitridato, bile, sangue, ossos, medula, cera de abelha, unhas, siba (molusco), crista de galos, pele de cobra, pulmão de raposa, gordura, pêlos, penas, cabelo, chifres, cascos, cola de peixe, víbora seca, formigas, lobos, pó de pedras preciosas, esponja, escorpiões, ninho de andorinha, teias de aranha, seda crua, dentes, vísceras, lombrigas, cupim, placenta e suor humanos, saliva de um homem de jejum, órgãos sexuais e excrementos de todos os tipos. Em 1746, prosseguem os autores, a Farmacopéia Londres ainda retinha o mitridato, teriaga, bezoar, olhos de caranguejos, cupim e incluía mais outros medicamentos que não eram melhores do que aqueles que eles substituíam. As farmacopéias alemã (1872) e a francesa (1874) incluíam a teriaga. Um medicamento chamado de Mattioli continha 230 substâncias. Chifre de unicórnio valia dez vezes o seu peso em ouro ou cerca de $ 500.000. As panacéias mais comuns na Europa eram a mandraca e o pó de múmia egípcia.  
A idéia de que esses depoimentos de sucessos com a AHT têm algum valor é absolutamente questionável. A leitura desses depoimentos demonstra que a maioria   pode ser atribuída claramente a efeito placebo ou à melhora espontânea da condição. Outro tanto de citações não passa de noções equivocadas e interpretações enganosas de fenômenos patológicos, de mecanismos de doenças e de respostas a tratamentos. Há relatos de melhoras quando o tratamento médico convencional é ministrado conjuntamente com AHT, impedindo assim que se comprove a efetividade dessa panacéia. Assim sendo, essas alegações não constituem atrativos para pesquisadores sérios. Pesquisas custam caro, demandam tempo e expõem os pesquisadores à crítica.
O fato da AHT ser proposta como uma PANACÉIA, isto é, como uma terapia destinada a remediar muitos ou todos os males, incita à desconfiança, pois no curso da História, todas as terapias com esta pretensão milagreira não passou de farsa, embuste, charlatanismo, exploração cruel da ingenuidade e do desespero das pessoas comuns (sem instrução científica). Da mesma forma, a propaganda que pessoas como você estão fazendo da AHT é profundamente negativa.
A pesquisa biomédica atual exige obediência a preceitos éticos muito rigorosos e são financeiramente onerosas, além de demandarem muito tempo. Não existem razões plausíveis para que uma panacéia como a AHT desperte a atenção de pesquisadores. Os depoimentos de leigos se referem a condições passíveis de cura por efeito placebo; outras são retumbantes equívocos, interpretações enganosas; noutras a AHT foi ministrada com o tratamento convencional; outras são nitidamente falsas, inventadas. Não há estudos que sirvam de indícios; não há sequer provas documentais inequívocas sobre nenhum caso. Psoríase, dores nas costas, enxaquecas, cefaléias em geral, dores musculares e tantas condições são passíveis comumente de regressão espontânea, e relatos de sucessos sobre isso NÃO VALEM UM VINTÉM como prova de efetividade.  
Em síntese, a falta de interesse em pesquisar a AHT pode se dever à sua péssima história pregressa; à maneira como foi maltratada pelos seus adeptos, colocando-a na clandestinidade; à qualificação precaríssima dos seus defensores; à sua péssima natureza de panacéia milagreira, o que constitui uma impossibilidade científica; ao fato de ter sido divulgada ostensivamente por pessoa sem o menor pudor científico, que alegou não se basear em ciência mas sim em experiência pessoal; aos relatos de casos de maneira completamente atabalhoada; à irracionalidade que representa alegar que uma terapia pode curar doenças e condições clínicas de patogenia completamente distintas; a alegação cretina de que o aumento dos macrófagos representa um mecanismo para a ação terapêutica da AHT. Enfim, como já ressaltado anteriormente, as panacéias que surgem de tempos em tempos nas diversas sociedades, sempre foram farsas que nada legaram senão decepções. Se as pessoas, por motivos diversos, se apegam a essas esperanças vãs, os cientistas modernos aprenderam o suficiente para se afastar delas.  
Não existem estudos em veterinária, metodologicamente corretos e número suficientes para uma revisão sistemática, para doenças graves em cavalos. Ademais, se existissem, pouca importância teriam para justificar o uso da AHT como panacéia em seres humanos.
O parecer do CFM disse apenas que não existem ensaios clínicos metodologicamente adequados que comprovem a efetividade da AHT para coisa alguma. EU DESAFIO VOCÊ A APRESENTÁ-LOS.  Não vale porcaria, artigos jurássicos, baboseira ou sobre perebas de cavalos. Apresente coisa séria, seu irresponsável, e em grande quantidade.
12/06/2008 05:39
De: Marinalda Olieira Moreira
IP: 89.7.0.43

Re: Re: Re: Re: Uxi amarelo e unha de gato

Olá! Vi uma reportagem da Record ano passado a respeito... Tinha acabado de me submetar a cirurgia, agora estou vivendo na Espanha e acabo d fazer um exame, ainda nao levei ao medico mas me parece q os danados já estao voltando. Me lembro q a reportagem dizia q em Manaus e Goiania, dispunham do tratamento, se possivel gostaria d saber o  contado de Goiania, já q meu pai tem q ir regularmento nesta cidade para fazer tratamento de saúde. Desde já agradeço a atençao, se puderem me ajudar ficaria muito grata.  
25/04/2007 15:51
De: Luis Fernando Augusto
IP: 201.27.139.52

Resposta para AH Quantidade

estas respostas não sao dadas por um médico, devendo ser recebidas apenas como troca de informação e jamais como uma real prescrição médica.
vamos ver 5ml para uma doença que não seja muito séria, não um lobos, lobos eu só uso 10ml,miastenia grave, artrite reumatóide eu uso10ml, quando é uma alergia por ex, uma reação alérgica asma normalmente eu uso 5ml basta, rinite 5ml,não há necessidade de doses maiores, no caso desesperador
01/03/2010 02:00
De: WILTON DOS SANTOS (wsterapeutaholistico@hotmail.com)
IP: 187.14.139.80

Re: Re: AUTO-HEMOTERAPIA

GRATO.
É IMPORTANTE QUE POSSAMOS DIVULGAR ESSAS INFORMAÇÕES PARA QUE NÃO SÓ NOSSOS CLIENTES, MAS TAMBÉM NOSSOS COLEGAS NÃO FIQUEM LEIGOS E AMEDRONTADOS, POR INESCRUPULOSOS, OU ENVOLVIDOS DIRETA E INDIRETAMENTE, E ATÉ MESMO COMPROMETIDOS COM OS QUE NÃO TEM INTERESSE EM VER O BEM PROGREDIR.
NÃO SÓ A AUTO- HEMOTERAPIA, ASSIM COMO OUTRAS DESCOBERTAS QUE POSSAM TRAZER BENEFICIOS A UMA CLASSE MENOS FAVORECIDA, É VISTA COMO INCOMODO PARA APROVEITADORES.
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