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Este fórum visa trocar experiências sobre a auto-hemoterapia. Se vc já fez ou está fazendo AH relate aqui os seus resultados. A divulgação dessas experiências é que irá tornar esse tratamento mais confiável, já que a AH é muito criticada pelos médicos tradicionais, por falta de resultados consistentes e por não existirem pesquisas cientificas que comprovem a sua eficácia. Aliás, será que existe interesse deles nessa terapia tão barata? Portanto, os resultados consistentes de que os médicos tanto necessitam para prescrever esse tratamento poderá ser obtido neste fórum, através de cada relato, o que espero seja sempre positivo. Entretanto, é muito importante deixar claro que não prescrevemos o tratamento de auto hemoterapia a ninguem porquanto não somos médicos. Repita-se, este fóroum visa apenas a troca de experiências de pessoas que estão se submetendo a esta terapia, seja por opção própria, seja por prescrição de alguém. Muitas pessoas perguntam se a auto hemoterapia serve para as doenças que lhes acometem, as quais são imensamente variadas. As resposta a essas perguntas são dadas por pessoas que já estão se submetendo ou por pessoas que assistiram ao vídeo do Dr. Luiz Moura e, daí, respondem às dúvidas aqui apostadas. Porém, tenham em mente que estas respostas não sao dadas por um médico, devendo ser recebidas apenas como troca de informação e jamais como uma real prescrição médica. . .........................................................................................................................................................................................................................................OBS>>> ESTE FÓRUM FOI CONFIGURADO PELO ADMINISTRADOR DE FORMA QUE TODAS AS MENSAGENS SEJAM APROVADAS AUTOMATICAMENTE. QUANDO ELAS FICAM AGUARDANDO A APROVAÇÃO, É POR PROBLEMA DE MAU FUNCIONAMENTO DO SITE E NÃO POR VONTADE DO ADMINISTRADOR.
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Mensagem

Pesquisa aponta: parecerista do CFM é doutor, mas na ... (I)

De Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br) em 13/01/2010 01:54:32 a partir de 189.123.80.253
Re: Pesquisa aponta: parecerista do CFM é doutor, mas na ... (I)

Senhor Munir Massud:

só hoje pude responder à sua manifestação de 26/11/2009.

No ano passado perdi duas amigas com câncer. Ambas de caráter ilibado, formação superior, as duas, mães, na faixa etária dos 50 anos. Quando soube que estavam doentes lhes ofereci meu banco de dados sobre auto-hemoterapia, formado em quatro anos de pesquisas. Fiz recomendação expressa, como recomenda sabiamente o dr. Luiz Moura, de que não abandonassem o tratamento convencional, mas que estudassem a possibilidade de usar a auto-hemoterapia como parte do tratamento, ouvido os seus médicos. Os médicos foram peremptórios em proibir o uso da auto-hemoterapia, alegando as proibições da Anvisa e do Conselho Federal de Medicina.

Aposto que, se junto ao tratamento convencional, minhas amigas tivessem feito auto-hemoterapia seu destino provavelmente seria o de muitos dos relatados no endereço http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=1615&u=14 .

Sabe o médico Munir Massud que o “Câncer vai custar US$ 305 bilhões ao mundo neste ano, estima fundação
Valor supera em US$ 217 bilhões o orçamento global disponível”. Ler em http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1278691-5603,00-CANCER+VAI+CUSTAR+US+BILHOES+AO+MUNDO+NESTE+ANO+ESTIMA+FUNDACAO.html

A confirmação da suspeita de fraude na titulação do parecerista do processo Nº12/07 do CFM, que atendia à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa - PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 4.275/07, embora a responsabilidade seja transferida para o próprio CFM, como expressa o senhor é, agora, apenas um dado no do processo.

O CFM fez uso de uma prática da época do Império, que chegou ao início da República, de chamar os seus graduados de “doutor”. Ainda hoje, advogados e delegados de Polícia, usam o mesmo instrumento para se valorizar. E ai daquele que ousar chamar um “doutor” de senhor delegado, advogado. Ou senhor médico.

Apesar disso, outros são os tempos: doutores, hoje, são os que se dão ao trabalho de produzir, obedecidos padrões acadêmicos, material de pesquisa que tenha qualidade para esta titulação.
Mas este não é o principal problema. O parecerista do CFM, que foi homologado pelos seus, usou a prática da Igreja Católica, a Inquisição, em assunto científico. A inquisição do CFM impede muitos profissionais de medicina, inclusive alguns realmente doutores, de prescreverem a auto-hemoterapia para seus pacientes. Uns poucos ousam publicamente se manifestar comprovando a eficácia da técnica. Centenas fazem em si ou em seus parentes. Nem na fogueira da Santa Inquisição do CFM, ou outra qualquer, citarei seus nomes. Pois assumi o compromisso profissional (tenho formação superior, duas pós-graduações e 36 anos de carreira) de não revelar seus nomes, prerrogativa da minha profissão.

O problema central do seu parecer, senhor Munir Massud, está na sua superficialidade, inconsistência. E por espancar a Ciência. E, sobretudo, no que isto resultou: milhões de brasileiros lutam para ter orientação médica e cuidados de enfermagem para praticar a auto-hemoterapia, o que querem fazer por verem os resultados positivos de tratamentos em parentes, em amigos. Há estimativas de que hoje 12 milhões de brasileiros fazem uso da auto-hemoterapia.

Por que o parecerista do CFM não pesquisou, em todas as bases de dados, o tema? O que o impediu de considerar uma técnica que aumenta a imunidade em quatro vezes, a custo de uma seringa de aplicar injeção, do material de higiene e do trabalho do aplicador?

Uma técnica testada, só em duas das centenas de pesquisas realizadas (a magistral, do brasileiro Jésse Teixeira, que pontificou com cirurgião de tórax e, a registrada no artigo Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York)?. "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), totalizando 450 casos sem nenhum efeito colateral, e zero caso de infecção hospitalar, mesmo em pacientes operados nas condições hospitalares da década de 30 do século passado?

O que o parecerista do CFM tem a dizer sobre medicamentos lançados após teste em um ou dois pacientes, e que custam os olhos da cara? Depois, comprovadamente teratogênicos, muitos mortais? O que tem a dizer sobre os resultados, comprados pelos laboratórios de “cientistas” de muito nome, mas fraudadores e vendilhões da Ciência?

O médico Munir Massud sabe que seus, chamemos “estudos”, foram reduzidos à pó por estudiosos, médicos ou não, que se debruçaram sobre o tema. E que o seu parecer não resiste à análise de um estudante de grau médio que tenha vocação para pesquisa.

Não resiste, pois não foram analisados todos os estudos sobre auto-hemoterapia em todas as bases de dados médicos. Não resiste, pois extrapola a competência do CFM (cuja responsabilidade, em casos como este, é a de mandar realizar pesquisas sobre o tema). E não proibir os profissionais convencidos da eficácia de auto-hemoterapia, como se lê em muitos relatos disponíveis na mídia, de prescrição da técnica.
O CFM, do alto de seus, digamos, “saberes”, ignorou que existem meios de pesquisa acessíveis, criados pela Internet. Em muito pouco tempo foram resgatados textos fantásticos, pesquisas nos quatro cantos do planeta, que confirmam ser a auto-hemoterapia “clássica”, como o senhor a chama, altamente eficaz. Tivesse o senhor o trabalho de procurar, pneumologista que é, teria descoberto que há décadas a auto-hemoterapia foi usada, com sucesso, para tratar tuberculose.

Hoje, até nós, os leitos - todos nós - sabemos que a auto-hemoterapia “clássica” produz célula-tronco. Veja:
Estudo localiza célula-tronco adulta em vaso sanguíneo. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/03/18/estudo_localiza_celula_tronco_adulta_em_vaso_sanguineo_1233748.html ”.

Não era um recurso disponível quando da produção do seu parecer, senhor Munir Massud. Mas veio logo depois: http://books.google.com.br/ . Se o senhor digitar auto-hemoterapia neste endereço hoje (11/01/2010) encontrará:
295 livros com referências sobre auto-hemoterapia, em português;
648 sobre autohemoterapia, em espanhol;
625 sobre auto-hémothérapie, em francês;
678 sobre autoemoterapia, em italiano:
621 sobre eigenbluttherapie, em alemão;
670 sobre autohemotherapy, em inglês.

Quer ver um em inglês? The autohemotherapy reference manual: the definitive guide to the literature‎, S. H. Shakman – 1996. Chamo sua atenção para a data da edição: 1996. Este o senhor, ou qualquer pessoa, compra por 50 dólares americanos a versão impressa, e, pela metade deste preço, on line. O pesquisador listou 916 artigos publicados no período de 1905 a 1982. Nas referências bibliográficas aponta os autores, período dos estudos e países onde foram realizados os congressos ou foram publicados tais artigos.

Quer um livro em alemão? Praxis der Eigenbluttherapie‎
Harald Krebs - 2007 - 166 páginas. A data da publicação, como se nota, é 2007.

Logo após seu parecer já se encontrava no Google ou no Yahoo informações como: “...A outra área onde se propõe a auto-hemoterapia é no campo da modulação da imunidade, seja para o tratamento de infecções ou em doenças auto-imunes. No México, por exemplo o médico Jorge Gómez Ramirez, um entusiasta do método tem proposto seu emprego em doenças auto-imunes, e conta com o apoio da Sociedade Mexicana para o Diagnóstico e Tratamento das Doenças Auto-imunes para realizar várias séries clínicas naquele país. Um estudo clinico feito pelo Dr Olwin do Hospital Presbiteriano de St. Luke, reportou uma melhora significativa em portadores de herpes zoster, uma doença que causa seqüelas e ainda não tem tratamento satisfatório. Nesse trabalho os resultados formam extremamente significativos, com 100% de ausência de seqüelas com evolução mais branda nos 20 pacientes do grupo tratado, contra uma incidência regular de dor e evolução arrastada no grupo placebo. ...” No endereço http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm Observo que o dr. Jorge González faleceu há cerca de um ano.

Os brasileiros continuarão se beneficiando da auto-hemoterapia com, sem, ou apesar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e dos Conselhos Federais de Medicina (CFM) e de Enfermagem (Cofen) e de Farmácia (este citado pelo senhor). Ou de qualquer outro órgão público, de qualquer esfera, seja do Executivo, Legislativo ou Judiciário.

O que não pode ficar impune é o crime de afronta à Constituição Federal praticada pela Anvisa, CFM e Cofen ao impedir que o cidadão tenha acesso a uma técnica que lhe dá saúde. O Direito à Saúde está na Constituição Federal. E o crime dos órgãos de proibir o uso da auto-hemoterapia, que promove saúde, foi denunciado à Procuradoria da República, e está, em grau de recurso na Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), em Brasília.

O senhor pode ler a denúncia a partir de endereços comohttp://docs.google.com/Doc?id=ddq5qwkp_62fcgmkkfk;
Ou, http://campanhaauto-hemoterapia.blogspot.com/ ;
Ou, http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=1380&u=15 ;
Ou, http://www.rnsites.com.br/;
Ou, ainda, em http://www.geocities.com/autohemoterapiabr/denuncia_de_crime.pdf

O recurso à PFDC está, entre outros, no endereço http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=1515&u=1458

A íntegra da denúncia com o título “COFEN FERE ÉTICA: ENFERMEIRO NÃO PODE MAIS APLICAR AUTO-HEMOTERAPIA” no endereço http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=2598&u=15 , também entre outros.

Nas denúncias, é informado que 67% das doenças são iatrogênicas, isto é, são causadas pelos médicos ou pelos remédios que prescrevem, como reconheceu a própria Organização Mundial da Saúde (OMS), em texto que publicou e retirou do ar, mas que está na memória das pessoas.

Hoje, no Google: iatrogenic disease “Resultados 1 - 10 de aproximadamente 1.790.000 para iatrogenic disease (0,19 segundos)”

É informado também às autoridades: “...Só nos Estados Unidos da América, as doenças iatrogênicas matam 786.000 pessoas por ano. Ignoram os enfermeiros do Cofen ( nesta resposta ao senhor acrescento: também os médicos) o que já denunciou amplamente o médico Mark Sircus, diretor da Associação Internacional Medical Veritas (International Medical Veritas Association - IMVA), “fundada por um grupo de especialistas da área médica, que tem por objetivo corrigir as graves atrocidades que ocorrem atualmente na medicina moderna” denuncia que, só nos Estados Unidos da América: “...Ao invés de servir aos interesses daqueles que nela confiam a sua saúde, a instituição médica tem se tornado um disseminador de mortes legalmente sancionado. Dra. Barbara Starfield estima que há aproximadamente 250.000 mortes evitáveis ocorrendo nas mãos de médicos a cada ano, enquanto Dr. Gary Null e seus colegas estimam que este número é muito mais alto - 786.000 nos Estados Unidos apenas. Esses números foram publicados em jornais científicos de reputação, mas eles não contam a tragédia dos bebês encontrados mortos em seus berços, ou de outros cujos pais foram acusados de suas mortes - eventos que, sob uma inspeção mais cuidadosa, provaram ter sido causados por vacinas. Essas estimativas também não refletem a abominável situação onde as vacinas estão sendo forçadas a crianças prematuras, doentes ou mal nutridas, que já apresentam o sistema imunológico comprometido...”. O texto pode ser lido no endereço http://www.umanovaera.com/Fraudes_Medicas/IMVA.htm ”.

Por que o CFM, a Anvisa e outros órgãos de saúde não se manifestam sobre: “...Um dos problemas confrontados pelo IMVA é a utilização do Timerosal, um derivado do mercúrio, como adjuvante e preservativo nas vacinas. A grande epidemia de autismo nos Estados Unidos na última década está agora sendo relacionada às vacinas contendo Timerosal, cujo peso é cinqüenta por cento de mercúrio. Devido à pressão popular, a maioria das agências de saúde do primeiro mundo já está tirando o Timerosal das vacinas, mas ao que nós sabemos, ninguém aqui no Brasil está dizendo uma palavra sobre isso. O mercúrio é um dos elementos químicos mais tóxicos conhecidos pelo homem, e está sendo injetado em cada bebê brasileiro (assim como uma longa lista de outros componentes tóxicos) em seu primeiro dia de vida e nas visitas subseqüentes ao pediatra. Há numerosos casos em que vacinas de fato mataram crianças ao invés de protegê-las, e o governo dos Estados Unidos já pagou mais de um bilhão de dólares em indenizações para pais que perderam suas crianças desta forma. A OMS e outros órgãos oficiais simplesmente dizem que é economicamente impraticável mudar as vacinas no terceiro mundo - condenando milhões de crianças, arriscando suas vidas e saúde e causando desespero e tormento para seus pais. ...” Ainda no endereço http://www.umanovaera.com/Fraudes_Medicas/IMVA.htm

No texto da denúncia é incluído: “... as manifestações da Anvisa e do CFM vão ao extremo ao impedir novas pesquisas médicas sobre auto-hemoterapia. A Nota Técnica da Anvisa e o parecer do CFM tiveram efeito devastador, até sobre as pesquisas cientificas, como as realizadas pelo médico dr. João Veiga, médico cirurgião e secretário da Saúde de Olinda, que foram paralisadas”. Isto, entre muitas outras. Lembra-se do uso dos recursos da Inquisição da Igreja Católica na produção do seu parecer, aprovado pelo colegiado do CFM?

De resto, para não alongar, os adjetivos a mim dirigidos pelo senhor não me atingiram. Nem atingirão. E a ameaça de seu último parágrafo não causa medo a quem, junto aos brasileiros, enfrentou a Ditadura Militar e seus facínoras. Vencemos o nazi-fascismo.

É possível, senhor Munir Massud, médico, que o senhor tenha trilhado o caminho da honra profissional. Desejo que tenha sido assim. E, se assim foi, desejo também que o senhor tome uma vereda que lhe permita retomar este caminho. Para isto terá que se redimir: chamar os seus do CFM e tornar sem efeito, imediatamente, o parecer malsinado, Inquisitorial, que o colegiado aprovou. E liberando os médicos que já estudaram o tema para as prescrições de auto-hemoterapia, se e quando desejarem.

E mais: cumprindo o estatuto do CFM, determinando a realização de pesquisas numa área tão simples de ser investigada, e ratificando (pois apesar da Anvisa, CFM, Cofen e outros menos cotados, já somos líderes mundiais neste tema, graças a uns poucos que ousam desafiar o império dos ilegais, os senhores) na vanguarda de uma técnica tão simples e importante para a humanidade.

Polêmicas criadas como no caso da auto-hemoterapia podem tirar da letargia da burocracia - aquela que garante promoção funcional a quem ingressa no serviço público - , bastando o “tempo de serviço” até o topo da carreira, como professor titular. É possível que, logo, o Brasil ganhe um doutor em medicina.

Lhe escrevo do sudeste do país. Isto informo para que o senhor não me confunda com um potiguar de valor, o jornalista Walter Medeiros, que defende, como poucos, a causa da auto-hemoterapia. Ele entendeu o que pode a auto-hemoterapia, uma técnica de prevenção e cura de doenças tão simples, fazer pelos brasileiros. E pela humanidade. Por isto a defende, e defende o que hoje é uma causa dos brasileiros.

A este assunto espero não voltar.

Valter.

Em resposta a:

Pesquisa aponta: parecerista do CFM é doutor, mas na ... (I) (Munir Massud - 26/11/2009 19:25:24)
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